Grupo de colombianos é preso suspeito de roubos a residências no RJ

Estrangeiros estavam há menos de 10 dias no Brasil e podem fazer parte de organização maior, segundo investigações. Pertences do roubo foram encontrados com suspeitos.

Um grupo de quatro turistas colombianos foi preso em flagrante em Copacabana, na Zona Sul do Rio, suspeito de fazer furto a residências. Segundo a Polícia Civil, após roubarem bens de um imóvel em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, os homens foram localizados por uma equipe da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil. No momento da prisão, foi encontrado notebooks, jóias e uma quantia em dinheiro.

“Eles foram presos em flagrante e já foram levados para o presídio. Eles praticaram furto a uma residência em Niterói e foram capturados em Copacabana com os produtos de furtos da residência”, disse o delegado da DH de Niterói Allan Duarte.

Segundo a polícia, os suspeitos usaram um carro de uma locadora de automóveis, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, para fazer o roubo. O veículo foi rastreado e os suspeitos presos. A Polícia Civil informou ainda que o consulado colombiano já foi acionado para saber se os envolvidos já tinham passagens pela polícia.

“A gente tomou a notícia do roubo e fomos buscar as câmeras de monitoramento da rua. Identificamos o veículo que foi usado, trabalhamos a imagem e pegamos a placa. O carro era de uma locadora da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O veículo foi rastreado e conseguimos a localização. Encaminhamos as equipes para lá, fizemos um trabalho de vigília e os colombianos foram interceptados quando chegaram. Eles estavam portando o material do furto”, contou Duarte.

Investigações continuam

Ao G1, o delegado Allan Duarte contou que os quatro colombianos estavam há poucos dias no Brasil: dois deles há quatro dias e os outros dois há 10 dias. Ainda há a suspeita, de acordo com a polícia, que eles participem ainda de uma organização criminosa maior.

“Dois deles estavam no Brasil há quatro dias e outros dois há 10 dez dias. O trabalho de investigação ainda não terminou, estamos investigando se existe a participação com outros elementos ou o envolvimento com um grupo criminoso. Já fizemos contato com os órgãos consulares da Colômbia para saber se eles já tinham passagens pela polícia e a investigação está em andamento. Existe a possibilidade deles terem participado de um grupo maior”, afirmou.

g1

15/02/2017